Plantas Medicinais

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MEDICINA ALTERNATIVA USE PRODUTOS NATURAIS


O que existe de mais importante que a nossa saúde? Manter uma vida saudável não é uma tarefa difícil, porem, requer disciplina e constância, mas os resultados são positivos.
O uso das plantas medicinais começou com a própria historia do homem, como coloca Stuart (1979), através de experiências de ensaio e erro. No Brasil, o uso de plantas medicinais está muito ligado à cultura indígena, como nos relata Martius (1844).
Mas a influência européia é inegável, visto a grande quantidade de plantas introduzidas em nossas hortas e largamente utilizadas não somente como medicamento mas também como ervas aromáticas. Nas cidades históricas de Minas Gerais, às vezes encontramos algumas espécies introduzidas, ocorrendo como subespontâneas nos terrenos baldios e muros de pedras, completamente adaptadas ao nosso clima.
Muitas plantas foram trazidas da África pelos negros e, além de serem usadas como medicinais, fazem parte dos ritos afro-brasileiros e, para grande parte da população, têm poderes mágicos.
O objetivo principal desse trabalho é a preservação do conhecimento popular sobre o emprego das plantas como medicamento, pois, com o advento dos medicamentos industrializados, o interesse por esse conhecimento foi diminuindo e muitos raizeiros desapareceram sem deixar registradas suas experiências, que são fonte importante parte os trabalhos de fitoquímica, farmacologia e parasitologia. Outros objetivos procurados foram, um maior conhecimento sobre os nomes vulgares das plantas em Minas Gerais, seu emprego e parte das plantas empregadas. Para isso, usamos o trabalho de nossos alunos, permitindo uma amostragem maior em Minas Gerais e além disso, servindo como estímulo ao desenvolvimento e curiosidade deles como também dispensando a ajuda financeira de órgãos de pesquisa.

No tempo de minha avó. "Clemencia de Oliveira" residia no interior de Minas Gerais na região norte, tratava a comunidade com receitas,  herdadas de seus descendentes indígenas. Então venho estudando sobre as plantas, e desejando transmitir informações sobre as plantas medicinais que possa servir de tratamentos alternativos, visando uma melhor qualidade de vida para todos, no entanto, todos os artigos foram copiados e consta os links de origem, é somente de caráter informativo, não podendo substituir uma avaliação cuidadosa por parte do seu médico de confiança.

É difícil precisar como as propriedades terapêuticas dessas plantas foram descobertas. Talvez por instinto, por intuição e até mesmo através da observação dos animais, que se valem dessas valiosas plantinhas para a cura de seus males.
A utilização de plantas medicinais é uma prática comum entre as populações humanas. O presente blog tem por objetivo efetuar levantamento sobre o conhecimento e uso das plantas medicinais.As plantas são um presente que a Natureza põe à disposição da nossa saúde. Elas crescem por aí, nos quintais, jardins e mesmo nos caminhos e estradas.

Vantagens e riscos

Há uma grande quantidade de plantas medicinais, em todas as partes do mundo, utilizadas há milhares de anos para o tratamento de doenças, através de mecanismos na maioria das vezes desconhecidos. O estudo desses mecanismos e o isolamento do princípio ativo (a substância ou conjunto delas que é responsável pelos efeitos terapêuticos) da planta é uma das principais prioridades da farmacologia.
Enquanto o princípio ativo não é isolado, as plantas medicinais são utilizadas de forma caseira, principalmente através de chás, ultradiluições, ou de forma industrializada, com extrato homogêneo da planta.
Ao contrário da crença popular, o uso de plantas medicinais não é isento de risco. Além do princípio ativo terapêutico, a mesma planta pode conter outras substâncias tóxicas, a grande quantidade de substâncias diferentes pode induzir a reação alérgica, pode haver contaminação por agrotóxicos ou por metais pesados e interação com outras medicações, levando a danos à saúde e até predisposição para o câncer.
Além disso, todo princípio ativo terapêutico é benéfico dentro de um intervalo de quantidade - abaixo dessa quantidade, é inócuo e acima disso passa a ser tóxico. A variação de concentração do princípio ativo em chás pode ser muito grande, tornando praticamente impossível atingir a faixa terapêutica com segurança em algumas plantas aonde essa faixa é mais estreita. Na forma industrializada, o risco de contaminações pode ser reduzida através do controle de qualidade da matéria prima, mas mesmo assim a variação na concentração do princípio ativo em cápsulas pode variar até em 100%. Nas ultradiluições, como na homeopatia, aonde não há virtualmente o princípio ativo na apresentação final, não há nenhum desses riscos anteriores, mas a eficácia desse tratamento não foi comprovada cientificamente.
À medida em que os princípios ativos, são descobertos, os mesmos são isolados, refinados de modo a eliminar agentes tóxicos e contaminações e as doses terapêutica e tóxica são bem estabelecidas, de modo a determinar de forma precisa a faixa terapêutica e as interações desse fármaco com os demais.
No entanto, o isolamento e refino de princípios ativos também não é isento de riscos. Primeiro porque pretende substituir o conhecimento popular tradicional e livre, testado há milênios, por resultados provindos de algumas pesquisas analítico-científicas que muitas vezes são antagônicas. Segundo, porque a simples idéia de extrair princípios ativos despreza os muitos outros elementos existentes na planta que, em estado natural, mantêm suas exatas proporções. Assim sendo, o uso de fitoterápicos de laboratório poderia introduzir novos efeitos colaterais ou adversos inesperados, devidos à ausência de sinergismo ou antagonismo parcial entre mais de um princípio ativo que apenas seriam encontrados na planta.
Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.